Alienação
Parental é toda atitude que objetiva colocar a criança contra outros membros da
sua família (geralmente contra o pai ou contra a mãe, e em alguns casos, contra
a família paterna ou materna), ou causa o afastamento da criança, tirando dela
direito de conviver com seus familiares .
São alguns
exemplos de Alienação Parental:
-
Impedir ou dificultar as visitas;
- Falar
mal do outro para a criança impondo medo ou denegrindo sua imagem (ex: dizendo
que “não nos ama mais”);
- Chantagens
emocionais;
- Sonegação
de informações sobre desempenho escolar,
estado de saúde, necessidades básicas;
- Mudança
de cidade sem autorização do pai /mãe, ou sem autorização judicial;
Por
ser extremamente danosa à criança, a
Alienação Parental é prevista em Lei e pode acarretar diversas punições, desde
acompanhamento psicológico obrigatório até a reversão da guarda ou mesmo multa.
As
conseqüências da Alienação Parental para a criança são
seríssimas, gerando sentimentos negativos, como insegurança, medo e baixa auto
estima, podendo
desenvolver problemas psicológicos para o resto de sua vida. Crianças vítimas de Alienação Parental são mais
propensas a apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e
pânico; utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação;
cometer suicídio; apresentar baixa auto estima; não conseguir uma relação
estável, quando adultas, entre outros problemas, em função da desqualificação
do genitor atacado.